Além da Câmara dos Deputados, as entidades sindicais também pressionam o Ministério do Planejamento a dar o aval para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) realizar concurso. Movimentos ligados à Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (Fenasps) aprovaram indicativo de greve para o dia 7 de julho. A Associação Nacional dos Servidores da Previdência e da Seguridade Social (Anasps) apoiou o movimento.
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Por meio de nota em seu site, a Anasps alegou que a greve anunciada é resultado “das manifestações do Executivo, através do ministro do Planejamento (Nelson Barbosa) contra o aumento dos servidores”. Ainda segundo a nota, “não custa lembrar que há mais de um ano que o Ministério do Planejamento está sentado em cima de um pedido de concurso do Ministério da Previdência Social para o INSS”.
O diretor da Fenasps, Carlos Roberto dos Santos, afirmou que a causa da greve é o fato de o governo não negociar as pautas dos sindicatos. “Essa greve irá ocorrer porque o governo não cumpriu nem a metade da pauta. Lutamos pela valorização da carreira, incorporação da gratificação, por conta das iminentes aposentadorias, e pelos concursos. No caso do INSS, temos grupos de trabalho que atuam nisso e que conseguem reunir-se com o ministro da Previdência Social,
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Simone Morgado preocupa-se com o seguro defeso dos pescadores, que começará em novembro, sem que haja servidores para os atendimentos. O ministro Nelson Barbosa disse à deputada Simone Morgado, porém, que o concurso do INSS é prioridade na pasta. O INSS solicita 4.730 vagas, sendo 2 mil de técnico, de nível médio, 1.580 de analista, de nível superior, e 1.150 de perito médico, para graduados em Medicina. Os rendimentos são de R$4.620,91 para técnico, R$7.504,45 para analista e R$10.559,64 para perito.
Fonte: Folha Dirigida

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